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Rua da Vila Cauhy no Núcleo Bandeirante, no DF, ficou inundada após o transbordamento de um córrego em imagem de 2016 (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
Governo afirma ter identificado 36 áreas de risco em 18 regiões administrativas. 'Todas estão ligadas à ocupação desordenada', diz subsecretário da Defesa Civil.
Com o período da chuvas, 4.733 casas do Distrito Federal estão em áreas de risco por conta das chuvas, informou nesta segunda-feira (13) o governo do Distrito Federal. Após fazer o mapeamento de 25% do território da capital, a Secretaria de Segurança Pública e a Defesa Civil identificaram 36 zonas de risco em 18 regiões administrativas.

"Todas elas estão ligadas à ocupação desordenada", disse subsecretário da Defesa Civil, Sérgio Bezerra. "Algumas pessoas não respeitam nem a lei da gravidade."

Segundo ele, a extensão está suscetível a desabamentos, inundações e alagamentos. No ano passado, o número de zonas de risco foi o mesmo, mas com mais casas: 4.762.

Entre as áreas de risco estão Vila Cauhy, Arniqueiras, Vicente Pires, Sol Nascente, Vila Rabeiro, Porto Rico e Fercal. "Santa Luzia é uma ocupação de muito barraco, com risco de alagamento e choque elétrico. Ali a área é muito extensa", destacou Bezerra.

As tesourinhas da Asa Norte, por exemplo, não são consideradas áreas de risco, mas de vulnerabilidade.

O subsecretário não informou sobre ações de prevenção que poderiam ser tomadas para evitar algum desastre ambiental. "A Defesa Civil observa o cenário e vê se há necessidade de intervenção imediata."

"Desastres não acontecem só no Brasil ou só no Distrito Federal. Aqui vai continuar acontecendo por conta das ocupações desordenadas."

As medidas contra os riscos são preventivas, como a construção de sistemas de drenagem e esgoto. De acordo com Bezerra, estas intervenções de engenharia permitem maior escoamento de água, evitando a formação de correntezas nas ruas.

Ele afirma, no entanto, que a população precisa estar consciente dos riscos. "A Defesa Civil tem feito orientações, desde desligar energia, sair das casas e buscar locais mais altos."

Qual a diferença?
Segundo Bezerra, a diferença entre uma área de "risco" e de "vulnerabilidade" está no grau de dificuldade de recuperação do local após um desastre natural. "O objeto é o desastre. A dificuldade de gerenciar uma volta à normalidade."

As tesourinhas, por exemplo, são consideradas pontos de vulnerabilidade porque após o alagamento, dentro de 10 a 15 minutos, a água começa a escoar, informou o subsecretário.

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